Para começar a investir, você não precisa se preocupar em juntar muito dinheiro ou entender todos os termos do mercado financeiro.

Esta é a segunda matéria de uma série sobre educação financeira, preparada para ajudar todo mundo a poder investir.

Então, já anota aí: todas as segundas-feiras, um novo conteúdo sobre investimentos pra você aqui no Blog BB!

A primeira matéria da série fala sobre reserva de emergência, que é fundamental para o seu planejamento financeiro. Caso tenha perdido, ou se quiser relembrar, é só clicar aqui.

Agora, você que está com a sua vida financeira organizada, reserva de emergência em dia, e está com aquela grana pra começar a investir e fazer os juros compostos trabalharem, fica que esse texto é pra você!

Melhor em renda variável ou em renda fixa? Deixar tudo em um único investimento ou colocar o dinheiro em vários tipos diferentes?

Vamos descobrir.

Como começar a investir do zero?

Neste passo a passo de como começar a investir, você entenderá os princípios básicos que deve considerar.

Depois disso, não vai dar mais para dizer que não o fez por não saber por onde começar.

1º passo – Descubra seu perfil de investidor

Sua relação com seus investimentos vai depender de uma informação muito importante, fundamental desde sua primeira aplicação: qual é o seu perfil de investidor.

Saber seu perfil vai te ajudar a colocar seu dinheiro em investimentos que combinam mais com você.

Tem aqueles que estão dispostos a correr mais riscos para tentar rentabilidades maiores em seus investimentos. 

Tem quem prefira contar com mais segurança, ainda que a rentabilidade possa ser um pouco menor. E tá tudo bem. Cada um na sua.

No Banco do Brasil, você descobre seu perfil de investidor de forma bem simples e rápida.

Você responde algumas perguntas, que fazem parte da Análise do Perfil do Investidor (API), elaboradas exclusivamente para avaliar que investidor é você: conservador, moderado, arrojado ou agressivo.

Leia também: Títulos Sustentáveis: mercado e sociedade na mesma direção

Essa classificação vai orientar a escolha de produtos compatíveis com seus objetivos, de acordo com a sua tolerância a riscos, expectativa de precisar usar o dinheiro, experiência com o assunto, entre outros.

A partir dessas respostas, o BB apresenta o seu perfil de Investidor.

Esse questionário está disponível nas nos apps BB e Investimentos BB, no internet banking, no telefone da Central de Atendimento BB, nas agências, caixas eletrônicos… em todos os lugares, pra você escolher o que te for mais conveniente.

O importante é não deixar de responder.

Qual o seu perfil de investidor? Ilustração: Banco do Brasil

2º passo Entenda a diferença entre Renda fixa x Renda variável

Neste início, precisamos entender duas classes de investimento que, com certeza, você já ouviu falar bastante: renda fixa e renda variável.

As aplicações em renda fixa são aquelas que geralmente apresentam uma menor volatilidade e você já sabe qual será o seu rendimento no final.

Já os investimentos em renda variável, como o próprio nome diz, estão sujeitos a oscilações maiores ao longo do período de aplicação, seja para mais ou para menos.

Na renda fixa, provavelmente você já ouviu falar de Tesouro Direto, CDB, LCA, Fundos de investimento DI… Na renda variável entram as famosas Ações, Fundos Imobiliários, ETFs, BDRs…

Qual deles escolher? A resposta é: depende. Depende do seu perfil de investidor, de quando você vai precisar usar o dinheiro, se está com aquela grana pra imprevistos em dia…

Mas, de toda forma, o mais indicado é que você tenha uma carteira de investimentos. 

Ou seja, dividir o dinheiro guardado um pouquinho em cada tipo de investimento, pra te dar a segurança que você precisa, enquanto busca também oportunidade de melhores rendimentos, sempre dentro do seu perfil.   

Complicado? Continue aqui que você vai descobrir que não precisa ser!

3º passo Monte sua carteira de investimentos, uma para cada objetivo

Se você está começando, o App BB ajuda a tornar tudo mais fácil.

Uma solução disponível no aplicativo ajuda você a simular e contratar uma carteira de investimentos de forma simples, organizando seu dinheiro em “caixinhas”, uma para cada objetivo.

E o nome da solução é esse mesmo: “Investir com um Objetivo”. Faça uma simulação e veja como é legal.

Lá mesmo você acompanha o que falta para atingir cada objetivo, vê quanto o dinheiro está rendendo a cada mês e se é necessário colocar um pouco mais de grana na caixinha.

Sabe por que é mais fácil começar assim? Porque a solução ajuda você a organizar os seus recursos pelos objetivos e prazos que cada um tem.

Vamos imaginar uma situação! Você sabe o quanto ganha, o quanto gasta e o quanto sobra por mês.

Se tem R$ 500 no final disso tudo, pode separar uma parte para aquela viagem pós-pandemia que está nos seus sonhos e outra parte para trocar de carro daqui a um ano.

Você consegue direcionar o que é necessário para cada coisa, e ir acompanhando quanto falta para atingir o que precisa.

Tudo isso no mesmo aplicativo que você usa para pagar suas contas e conferir o seu saldo.

A solução tem, inclusive, um objetivo que já sabemos que é essencial: a reserva de emergência.

Quer aprender mais?

Para uma imersão completa sobre investimentos, dê uma olhada na série Deseconomês, no YouTube do BB.

Alguns episódios estão só te esperando: Renda fixa X Renda variável”, “Diversificação de investimentos” e “Investir com um Objetivo”, que fala justamente dessa ferramenta que comentamos hoje. 

Gostou do conteúdo? Deixe o seu like e o seu comentário logo abaixo. Queremos suas sugestões. E confira o próximo texto da série na semana que vem!

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