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]]>Reskilling é quando alguém aprende novas habilidades para atuar em uma área diferente daquela em que trabalha. Isso geralmente acontece quando o mercado passa por transformações e as habilidades que a pessoa tem já não são mais tão úteis ou procuradas. Já o upskilling é quando a pessoa melhora as habilidades que já possui para se manter atualizada e acompanhar as mudanças e novidades da sua área de trabalho.
Nesse contexto, tanto as organizações quanto os profissionais precisam se aprimorar em reskilling e upskilling. Para que a requalificação (reskilling) e o aperfeiçoamento (upskilling) sejam eficazes, é fundamental compreender o conceito de aprendizado contínuo. Isso significa que o aprendizado deve ocorrer ao longo de toda a vida, não apenas na escola ou na faculdade. Assim, é necessário manter-se atualizado constantemente, de forma autônoma, para se adaptar às mudanças e crescer profissional e pessoalmente.
O Fórum Econômico Mundial (2023) destaca o aprendizado contínuo como uma das cinco habilidades mais importantes para os profissionais atuais e futuros. A evolução tecnológica acelera a necessidade de focar nas habilidades do futuro, como a capacidade de resolver problemas complexos, cada vez mais valorizada pelas empresas.
Outra tendência relevante é o People Analytics, que utiliza dados para otimizar a gestão de pessoas nas empresas. Essa análise ajuda a identificar as habilidades e competências que destacam os colaboradores e as características comuns entre os melhores profissionais, facilitando o treinamento e o aprimoramento das equipes. De acordo com uma pesquisa do LinkedIn (2023), 73% dos profissionais de recursos humanos acreditam que, nos próximos cinco anos, a análise de dados sobre comportamento e movimentação de funcionários será uma prioridade nas empresas.
A Google oferece cursos gratuitos na plataforma Cresça com o Google, onde você pode aprender sobre desenvolvimento profissional, análise de dados, marketing digital e até como desenvolver aplicativos móveis. Em 2023, a Faculdade XP, em parceria com a TopInvest, ofereceu 200 bolsas para formar novos assessores de investimentos. Além disso, o Banco de Portugal tem investido em sua Academia de Data Science, que foi destacada na XXVII Conferência da Human Resources Portugal, ajudando a promover reskilling e upskilling desde 2020.
De acordo com um estudo da McKinsey (2023) sobre o Potencial Econômico da IA Generativa, essa tecnologia pode mudar a forma como o trabalho é feito, melhorando o desempenho em várias áreas, como vendas, marketing, atendimento ao cliente e desenvolvimento de software. Ela também pode aumentar as habilidades dos trabalhadores e automatizar tarefas que hoje ocupam de 60% a 70% do tempo das pessoas. Essa automação tem um grande impacto, especialmente em tarefas mais complexas, que estão relacionadas a empregos que exigem salários mais altos e mais escolaridade.
Estima-se que, entre 2030 e 2060, metade das atividades de trabalho serão automatizadas, o que deve fazer a produtividade aumentar entre 0,1% e 0,6% por ano até 2040. No setor bancário, a IA Generativa pode gerar de US$ 200 bilhões a US$ 340 bilhões a mais por ano. No entanto, para que essas projeções se realizem, será preciso investir em ações de reskilling e upskilling para ajudar os trabalhadores a se adaptarem às novas funções ou empregos. De acordo com a Forbes (2023), cerca de 83% dos profissionais de RH disseram que têm dificuldade em encontrar candidatos preparados para cargos importantes, e 75% afirmaram que a maioria dos candidatos não tem as habilidades necessárias para o trabalho.
A pesquisa Future of Jobs, do Fórum Econômico Mundial (2023), estima que 44% das habilidades dos trabalhadores vão se tornar obsoletas até 2027. Isso acontece, em parte, porque a tecnologia está avançando mais rápido do que as empresas conseguem criar e implementar seus programas de treinamento. Por isso, a pesquisa apontou as cinco prioridades de reskilling e upskilling entre 2023 e 2027: pensamento analítico, pensamento criativo, IA e big data, liderança e influência social, além de resiliência, flexibilidade e agilidade.
A expectativa é que o pensamento analítico seja responsável por 10% das iniciativas de treinamento, enquanto o pensamento criativo fique com 8%. No entanto, as habilidades que mais se destacaram no último ano foram “IA e Big Data”, com um crescimento de 12%, e agora representam 9% das iniciativas de treinamento. Em seguida, vem “liderança e influência social”, que teve um crescimento de 5%, respondendo por 7,5% das iniciativas de treinamento.
Pílula de conhecimento: Reskilling e Upskilling
Assista a pílula de conhecimento e em menos de 4 minutos veja um resumo da megatendência que apresenta uma oportunidade de requalificação e aperfeiçoamento.
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Banco em todo lugar: a transformação da experiência financeira
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]]>A expressão “banco em todo lugar” refere-se à integração dos serviços financeiros com diversos setores da economia, sustentada por duas estratégias principais: finanças integradas e beyond banking. As finanças integradas permitem que empresas não bancárias ofereçam soluções financeiras como parte de seus serviços, criando uma experiência fluida e alinhada às necessidades do consumidor. Por outro lado, o beyond banking envolve a expansão dos serviços oferecidos pelos bancos para além das funções financeiras tradicionais, estabelecendo parcerias com empresas de diversos setores, como tecnologia e varejo.
No setor financeiro, o conceito de banco em todo lugar está ganhando vida por meio de parcerias e inovações. Por exemplo, o Walmart, em colaboração com a Green Dot Corporation, oferece o cartão pré-pago Walmart MoneyCard, permitindo que clientes realizem transações bancárias enquanto fazem suas compras.
Da mesma forma, a Target e o TD Bank uniram forças para oferecer cartões de crédito co-branded com benefícios exclusivos para os clientes. Outro exemplo é o aplicativo PayLah! do banco DBS de Cingapura, que combina transações bancárias com reservas de táxis e encomendas de refeições, proporcionando uma experiência unificada ao usuário. Além disso, o BBVA da Espanha criou o API Market, permitindo que desenvolvedores criem novas soluções financeiras usando as APIs do banco.
No Brasil, o Itaú lançou a conta digital Player’s Bank, que oferece uma gama de benefícios aos gamers, incluindo rendimento de 100% do CDI e descontos em produtos relacionados a jogos. Já o Banco Inter lançou o Doutor Inter, um serviço de telemedicina integrado ao seu Super App, oferecendo consultas médicas online. O Bradesco, em parceria com a Rede D’Or, está investindo na criação de uma nova rede de hospitais, enquanto o Nubank lançou uma plataforma de compra de passagens aéreas e hospedagens com monitoramento de preços.
O Banco do Brasil também possui soluções de experiências como o Shopping BB, uma plataforma de compras online com lojas de vários segmentos, que oferece cashback e outros benefícios. Outro exemplo de oferta de serviços além das funções financeiras tradicionais, é o BB Gastronomia. Os clientes que utilizam o cartão Ourocard podem fazer reservas ou check-in em restaurantes diretamente no app BB e, além disso, acumular pontos Livelo após o pagamento.
O conceito de Banco em todo lugar está remodelando o setor financeiro com previsões de crescimento significativo. De acordo com a PwC, o mercado de finanças integradas deverá alcançar US$ 248,4 bilhões até 2032. Além disso, estima-se que o mercado de finanças integradas na América Latina cresça 27% ao ano, atingindo US$ 13,7 bilhões até 2029. O beyond banking, por sua vez, está desbloqueando um mercado potencial de US$ 200 bilhões, promovendo novas oportunidades de crescimento e inovação no setor. Esse cenário destaca a importância da integração entre serviços financeiros e não financeiros, criando experiências personalizadas e convenientes para os clientes.
A tendência Banco em todo lugar está mostrando que o futuro dos serviços financeiros está cada vez mais entrelaçado com diversos aspectos da vida cotidiana. Bancos e empresas estão formando ecossistemas integrados que proporcionam um atendimento mais completo e alinhado às necessidades dos consumidores, prometendo uma nova era de inovação e conveniência.
Assista a pílula de conhecimento e em menos de 4 minutos veja um resumo da megatendência que oferece apresenta uma experiência financeira integrada e personalizada.
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]]>Como será o futuro que nos aguarda? Quais são as forças que definirão os contornos de nossas vidas e negócios nas próximas décadas? Essas perguntas são o ponto de partida para a análise das Megatendências preparada pela gerência de Inteligência de Mercado do Banco do Brasil, que você pode acompanhar aqui, no Blog BB.
São forças poderosas e transformadoras de longo prazo que moldam o futuro do planeta e podem mudar a trajetória da economia, alterar prioridades das sociedades, impulsionar a inovação e redefinir os modelos de negócios. São grandes mudanças sociais, econômicas, políticas e tecnológicas que, uma vez estabelecidas, nos influenciam por um longo período.
No Banco do Brasil, a estratégia corporativa tem um horizonte temporal de atuação de cinco anos, sendo revisitada anualmente com o intuito de estar sempre alinhada às tendências do mercado. Para o atual ciclo (2025-2029), foram catalogadas dez megatendências, cada uma delas se desdobrando em três subtendências, que oferecem uma visão detalhada e prática de como essas forças estão moldando nosso setor e influenciando nossas estratégias a curto e médio prazos.
Este estudo não apenas decifra o macroambiente complexo e dinâmico em que o banco opera, mas também fornece insights valiosos que são cruciais para a definição dos próximos passos da instituição. Compreender essas tendências é essencial para antecipar os desafios e oportunidades que moldarão o futuro do banco e do mundo em que vivemos.
Mas como as megatendências irão remodelar o mundo que conhecemos hoje? Convidamos você a explorar conosco essas questões, mergulhando neste estudo profundo que ilumina os caminhos a serem trilhados num futuro próximo. Nas próximas semanas, aqui no Blog BB, vamos começar a destrinchar cada uma dessas Megatendências. Junte-se a nós nesta grande jornada de descoberta e reflexão sobre o amanhã. Fiquem ligados!
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]]>The post O Futuro do Trampo: Inteligência Artificial appeared first on Blog do Banco do Brasil.
]]>Ficção à parte, todo mundo já sabe que a tecnologia da Inteligência Artificial veio para ficar e mudar a maneira como se vive, se trabalha, se diverte e se empreende. A AI (sigla de artificial intelligence, em inglês) é o assunto do oitavo episódio da websérie O Futuro do Trampo.
Aliás, a inovação trazida pela Inteligência Artificial é tão impactante que esse é um dos campos do conhecimento que fazem parte daquilo que vem sendo chamado pelos economistas de quarta revolução industrial.
Nesse oitavo episódio da série, a apresentadora Bianca Alves bate um “papo nerd” com Victor Dias, dono do canal Universo Programado, sobre o tema. Formado em ciência da computação, Dias aborda aspectos fundamentais para a compreensão da Inteligência Artificial, com destaque para algoritmos criados para realizar tarefas de alta complexidade.
Para ilustrar a importância dos algoritmos, ele dá o exemplo de um carro autônomo, que precisa coletar informações do ambiente em tempo real para tomar decisões no trânsito. Sem as sequências de instruções ou comandos realizados de maneira sistemática com objetivo de resolver um problema ou fazer uma tarefa dos algoritmos, esta tecnologia jamais sairia do campo da imaginação e da ficção.
De arrepiar, né? Quer saber mais sobre o assunto? Então assista ao episódio completo de O Futuro do Trampo para ficar por dentro do que a Inteligência Artificial pode aprontar nas próximas décadas.
Acompanhe os outros episódios da série:
Ep. 4 – Tecnologia da Informação
Ep. 5 – Planejamento financeiro
Ep. 6 – Inovações na engenharia
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]]>The post O Futuro do Trampo: empreendedorismo appeared first on Blog do Banco do Brasil.
]]>O jogo virou! No sétimo episódio da websérie O Futuro do Trampo, Davi Braga sai da posição de apresentador para a de entrevistado. O jovem, de 21 anos, conversa com Bianca Alves sobre desafios do empreendedorismo e detalha como a tecnologia pode ajudar em inovações para impulsionar os negócios.
Não se engane pela pouca idade. Braga, que entrou para a lista da 90 destaques brasileiros abaixo dos 30 anos da Forbes em 2018, com apenas 17 anos, atua como investidor em 14 empresas.
Na conversa com Bianca, o jovem empreendedor alagoano diz que empreender “é um jogo de constante evolução, e faz questão de destacar que a formação do corpo de pessoas que trabalham com você é um fator fundamental na consolidação de uma empresa. “Quem constrói os negócios, de fato, são os colaboradores”, aponta.
Braga enxerga nas inovações tecnológicas “a ferramenta para aplicar a inovação”. Termos como inteligência artificial (AI, ou artificial intelligence, em inglês), big data (megadados), análise de dados e business intelligence (monitoramento de informações que dão suporte aos negócios) se tornaram comuns no mundo corporativo e precisam fazer parte do repertório de quem procura um lugar ao sol em muitas áreas de atuação empreendedora.
E aí, gostou do resumo da conversa? Quer saber mais sobre como inovar nos negócios? Então confira o sétimo episódio de O Futuro do Trampo e veja os conselhos e as dicas de Davi Braga para quem quer empreender:
Acompanhe os outros episódios da série:
Ep. 4 – Tecnologia da Informação
Ep. 5 – Planejamento financeiro
Ep. 6 – Inovações na engenharia
Ep. 8 – Inteligência Artificial
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]]>The post Amigos Imaginários do BB: pra tudo que você imaginar appeared first on Blog do Banco do Brasil.
]]>O pessoal do Squad BB, o supertime de gamers e atletas parceiros do Banco do Brasil, também tem os seus amigos imaginários. E eles foram convocados para conversar com você sobre assuntos maneiros e atuais, como games, tecnologia, esportes e meio ambiente, além de dar dicas sobre como organizar a sua grana com a nova conta BB Cash.
Até porque curtir a trend do cofrinho no Tik Tok é legal, mas ter cartão de crébito, Pix ilimitado e opções de investimentos descomplicadas no app é bem mais irado.
Tem a Xis BB, amiga da Ana Xisdê; o Otto, do Marottah; e o Dante, parceiraço do Gargulaex. Calma e respira que a lista é longa! Ed é amigo inseparável de DVD Tavares; Ithuricat, da Ithuriana; e Alohana, da Silvana Lima.
O time se completa com Smith, amiga da nossa campeã de skate street Rayssa Leal; Naurú, grude do medalhista olímpico de canoagem Isaquias Queiroz; e Little J, companheira good vibes da surfista Tati Weston-Webb.
Agora que já sabemos os nomes dos nove amigos imaginários, bora conhecer direitinho cada um deles?
Com a onça-pintada Smith, não tem tempo ruim. Toda hora é hora de se aventurar em atividades radicais. Seja nos esportes ou nos games.
Assim como para Rayssa Leal, o skate é a sua modalidade favorita, e ela vê nos esportes em geral uma maneira de mudar para melhor a vida das pessoas. Ah, e após cada manobra, nada de comemoração discreta. Tem que ter dancinha!
Deus marinho e filho de Poseidon e Anfitrite na mitologia grega, Tritão ganha outro status de peso aqui no BB. Amigão do campeão olímpico de canoagem Isaquias Queiroz, Naurú leva a sério a proteção dos mares e da vida natural que rodeia as águas. Ele bem sabe que cuidar da natureza e dos animais é essencial para o nosso futuro.
Naurú ama esportes e aprendeu com Isaquias que é preciso garra e determinação para competir e vencer. Mas nem só de treino pesado vive o atleta, né? É preciso sempre se divertir, mesmo antes daquela competição importante prestes a rolar.
Metade garota, metade água-viva, Little J viaja pelos quatro cantos do mundo com a surfista Tati Weston-Webb.
Sabe aquela pessoa good vibes ? É assim a Little J. Adora arriscar manobras radicais, mas sempre equilibrando corpo e mente e respeitando a manutenção da vida natural nas praias, nos mares e recifes. E o melhor: ela adora conhecer culturas novas.
Sabe aqueles robozinhos divertidos da saga galáctica Star Wars? Ed, amigão do gamer DVD Tavares, é desses. Descomplica tudinho relacionado à tecnologia e adora ajudar as pessoas em tarefas diversas.
Com inteligência artificial de ponta, Ed consegue apoiar qualquer um em missões diárias, das mais simples às mais difíceis. E, apesar da aparência de droide, não tem nada de robótico nele. Esbanja carisma!
A menina-gato Ithuricat é a parceiraça da gamer Ithuriana. Mas não apenas isso. De tempos em tempos, ela abre as suas asas de anjo para realizar desejos .
Esperta e antenada, Ithuricat sempre anda atenta ao que há mais de novo nas tendências de tecnologia, nos games e no mundo interminável da internet. Ela também não deixa de lado a preocupação social: sonha em ver todo mundo vivendo em harmonia.
Amigona da surfista Silvana Lima, a animada garota cavalo-marinho carrega várias causas no coração. Alohana defende a sustentabilidade, além de se posicionar contra a caça predatória e proteger os mais variados animais marinhos , já que sua espécie é alvo de extinção.
Alohana também é bastante competitiva e sempre consegue incentivar quem está ao redor a superar obstáculos e limites. Tudo, claro, sem esquecer o lado legal e divertido na prática de qualquer esporte.
Cultura geek, arte, educação e games. A amiga imaginária da gamer Ana Xisdê é dessas criaturas com aptidão para todo tipo de assunto.
Sabe aquela pessoa que consegue conversar com gente de qualquer tribo? É a Xis BB. Muito atuante na internet , ela também luta para que meninas como ela, nerds ou não, ganhem mais espaço em diversas áreas, em especial nos e-Sports.
Ciência é a praia do Otto, amigo imaginário do gamer Marottah.
Sempre em busca de inovação e com apoio de quatro mãos – duas naturais e duas vindas de tentáculos de última geração –, Otto é incansável na busca por melhorias tecnológicas em tudo que mexe. E ele dá atenção carinhosa a quem tem necessidades especiais.
Vampirinho amigo imaginário do gamer Gargulaex, Dante ama conhecer coisas novas, seja no mundo virtual, seja no físico.
O lance dele envolve curtir experiências culturais das mais diversificadas, do grafite às artes visuais, passando pelo break dance. Pensou em alguma tendência da música ou em algum meme do momento? Pode perguntar para o Dante que ele vai saber explicar tudo em detalhes para você .
Essa galera está aqui para ajudar e ensinar os jovens tudo sobre finanças.
A BB Cash é especialmente voltada a quem está dando os primeiros passos na vida financeira e tem entre 8 e 17 anos.
Já pensou ter cartão de crébito, Pix ilimitado e até opções de investimento descomplicadas? Tem tudo isso e muito mais na nova conta do Banco do Brasil. É 100% digital, gratuita e pode ser aberta em poucos minutos pelo App BB.
Gostou dos Amigos Imaginários? Qual seria a sua escolha para acompanhar você no dia a dia? Quer saber mais sobre a BB Cash? Fique ligado nos posts do Blog BB e saiba tudo o que ela tem a oferecer para você .
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]]>The post Futuro do Trampo: o futuro do Direito appeared first on Blog do Banco do Brasil.
]]>No terceiro episódio da websérie Futuro do Trampo, as advogadas Renata Castilho e Camila Pinheiro explicam as novas possibilidades e como o atual modelo de escritório de advocacia torna-se parecido com as lawtechs e legal techs devido à transformação digital. E a assessora jurídica do BB Priscilla Willers fala sobre o visual law, facilitador da comunicação e do diálogo entre juristas e clientes.
“Hoje em dia, nós temos profissões que são híbridas, que pegam um pouco do direito mas também de outras áreas do conhecimento. Temos aí o arquiteto jurídico, o engenheiro jurídico, o legal designer, o legal copywriter, que trazem novas possibilidades de carreira. E não são profissões do futuro, isso já é o presente”, explica Camila.
Assista ao terceiro episódio da série:
Acompanhe os outros episódios da série:
Ep.4 – Tecnologia da Informação
Ep. 5 – Planejamento Financeiro
Ep. 6 – O Futuro da Engenharia
Ep. 8 – Inteligência Artificial
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]]>The post Liderando a inovação em ambientes dinâmicos appeared first on Blog do Banco do Brasil.
]]>O mundo pós-pandemia apresenta atmosfera volátil para as empresas. O impulso tecnológico faz com que os ambientes de negócios fiquem cada vez mais dinâmicos e competitivos. Em contrapartida, as pessoas estão mais exigentes e querem satisfazer as suas necessidades por meio de soluções tecnologicamente completas, inovadoras e seguras.
Contudo, ações empreendedoras no relacionamento com os clientes podem proporcionar experiências resolutivas e encantadoras. Precisam ser suficientes para dar fidelidade à marca e excelentes recomendações aos serviços e produtos oferecidos. Centralizar o cliente na estratégia organizacional é o foco.
Então, quais comportamentos precisamos cultivar para que os nossos clientes percebam a sua principalidade no contexto estratégico da empresa?
A inovação é o melhor caminho. A palavra inovação pode ter significados e sentidos diversos e está relacionada à geração de boas ideias. Porém, o conceito e a aplicação vão além disso. Podemos resumir como sendo a capacidade de desenvolver, testar e aprovar uma ideia, transformando-a numa solução que dê ganhos reais à empresa. Isso pode acontecer por meio do aprimoramento de portfólio existente ou da criação de produtos, serviços ou novo modo de proceder.
A ambidestria organizacional também é característica das empresas inovadoras. Essas corporações têm capacidades de, por meio da transformação de ideias em inovação, explorar novos produtos ou mercados, sem desprezar a sua expertise comercial, isto é, o seu core business. Outros aspectos da ambidestria organizacional são estudados mundo afora e tentam responder a questionamentos importantes. Por exemplo: será que existe um ponto de equilíbrio entre a busca de novos modelos de negócios e o fortalecimento daqueles já existentes?
Os perfis comportamentais percebidos nas lideranças empreendedoras também influenciam a jornada inovadora. Dois se destacam: líderes de abertura e os de fechamento. Eles podem estar presentes em todos os níveis da organização, e talvez possamos nos identificar com um deles, mesmo aqui no nosso microcosmo organizacional. Líderes de abertura incentivam as suas equipes na geração de novas ideias, atuam fortemente na sua promoção e, diante do sucesso, incentivam a sua aplicação. Já os líderes de fechamento têm perfil mais voltado ao questionamento da eficácia das ideias, sugerindo testes e influenciando indiretamente nos estágios de promoção e realização. Assim, ambos os perfis contam com atuação relevante em todas as etapas de maturação de uma boa ideia, garantindo a sua transformação em inovação.
Atualmente, um dos grandes desafios das corporações é dar subsídios para as suas lideranças desenvolverem, ao máximo, características de ambos os perfis. Essa flexibilidade do comportamento é condição necessária ao sucesso da organização em ambientes instáveis. Embora os aspectos que dão forma à personalidade dos líderes não se resumam a essas duas variáveis, a disponibilidade desses dois perfis no corpo de colaboradores da empresa pode e deve ser incentivada. Tudo isso com foco na sinergia entre a capacidade (das equipes e da empresa) de incrementar o que já existe e descoberta de novas possibilidades de negócios.
Então como se destacar em ambientes de negócios dinâmicos? Talvez a resposta não seja tão simples e dependa de fatores endógenos e exógenos. Mas a jornada na busca por essas alternativas pode começar pelo pleno direcionamento das nossas habilidades técnicas, as hard skills, e das comportamentais,as soft skills, na execução da estratégia corporativa. Além disso, pautar as nossas ações pelo código de ética da empresa e estar antenado às mudanças do mercado pode ser determinante para uma escalada bem-sucedida no mundo dos negócios.
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]]>A indústria dos games cresceu consideravelmente nos últimos anos, mostrando ser um ótimo negócio para empresas e desenvolvedores de games. Mas nem sempre foi assim.
Confira a trajetória dessa indústria bilionária e como o BB tem apoiado o setor no artigo de Guilherme Moraes, assistente da agência Empresa Indaiatuba (SP):
Nos últimos anos, vários tabus da sociedade foram derrubados. Um deles é a denominação dos games em geral como passatempo, atividade de criança e desprovido de qualquer seriedade. Este é, no entanto, um setor com um faturamento estimado em US$ 140 bilhões em 2021 e um dos segmentos menos afetados pela pandemia. Assim, o Banco do Brasil viu a oportunidade de ajudar a derrubar os preconceitos que ainda rondam esta indústria bilionária e cada vez mais inclusiva, atuando para ser líder no apoio estrutural aos games nas suas várias esferas.
Na década de 1980, quando os games começaram a ter mais relevância, o simples fato de ser uma novidade gerou lições que fazem parte do processo. Como toda indústria em desenvolvimento, há a necessidade de profissionais não só capacitados para desenvolver jogos, mas também para transformá-los em algo lucrativo. O descaso e a falta de preparo das corporações levaram a jogos ruins, produzidos com necessidades desproporcionais ao tempo e trabalho que envolvem a produção de um jogo. No meio dos anos 1980, o setor praticamente desapareceu nos Estados Unidos por causa disso, gerando um milionário prejuízo devido à má gestão das empresas existentes no mercado.
Se, por um lado, nos EUA, a indústria estava arruinada, por outro, no Japão, ela ia muito bem, em estágio mais consolidado de desenvolvimento. A nipônica Nintendo aproveitou esse momento para levar o seu modelo de empreendedorismo bem-sucedido ao mercado norte-americano. Partindo do princípio de não os ligar a brinquedos e utilizando métodos inovadores de gestão e marketing, em poucos anos, os games já voltavam a ter relevância novamente. Até hoje, a Nintendo é sinônimo de qualidade e produz games com competência, como as séries Mario, Pokemon e Zelda.
Nas décadas seguintes, os games não pararam de ganhar importância. Viraram um fenômeno cultural e econômico, tão importante e lucrativo quanto a TV, o cinema e a música. E há títulos para todos os gostos: Street Fighter, Call of Duty, Grand Theft Auto, Counter-Strike, World of Warcraft, League of Legends, Fortnite, etc. Sucessos que movimentam cifras bilionárias.
As redes sociais e sites, como o YouTube, democratizaram ainda mais o acesso a quem deseja falar do assunto ou até trabalhar com games. Essa expansão permitiu inclusive derrubar outro tabu, de que games são para homens. Hoje, várias mulheres participam de campeonatos e produzem conteúdo.
O BB aproveitou essa oportunidade para quebrar barreiras e abraçar a causa gamer de vez. O banco já realizou ações, por exemplo, de oferecer cartões da Shopping BB do PlayStation (videogame da Sony) como um dos prêmios ao atingir os pré-requisitos da promoção Desejo Ourocard.
Hoje, considerando que a venda de jogos digitais acelerou ainda mais com a pandemia (aumento de 40% somente em 2021), o Banco do Brasil disponibiliza no seu site e app, de maneira pioneira entre os bancos, cartões presentes. Eles podem ser utilizados nas lojas digitais dos videogames da Sony, Microsoft, Nintendo e Steam – para os jogadores de PC. Além disso, o BB oferece cashbacks em compras na loja da Sony e da Microsoft com o Ourocard Visa.
Na esteira desse desenvolvimento da indústria, surgiram diversos campeonatos de games. Se antes era algo casual e sem muita relevância, hoje é, inclusive, enquadrado como esporte, o eSport. Alguns torneios têm transmissões na TV e prêmios em dinheiro, algo inimaginável até cinco anos atrás.
O BB iniciou a sua atuação no eSport em 2018 patrocinando eventos, como a BGS, maior feira de games da América Latina, além de lives do YouTube com gamers de expressão, por exemplo, o Gaules. Em 2021, abriu espaço no seu site Tamo Junto Nesse Game, o Squad BB, com conteúdo de vários gamers do Brasil, informações sobre campeonatos e artigos em geral. Apoiou vários campeonatos, como o de Counter-Strike, e organizou, em parceria com a desenvolvedora Riot, o torneio League of Legends Wild Rift em julho de 2021.
Esse ineditismo mostra que o BB é o banco parceiro de todos, do agricultor ao gamer de Fortnite, do empresário ao desenvolvedor de jogos. Afinal, definitivamente, games não são coisas de criança.
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]]>The post Open Banking no BB em destaque appeared first on Blog do Banco do Brasil.
]]>O portal Metrópoles publicou nesta quarta-feira, 22, um post sobre o Open Banking. O texto traz um retrato interessante sobre o impacto do novo sistema no relacionamento entre consumidores e bancos. Além disso, ressalta como essa revolução traz mais autonomia e vantagens para os clientes.
O conteúdo destaca o protagonismo do BB na implementação do Open Banking no Brasil, sendo pioneiro em muitas frentes.
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Um bom exemplo citado no post foi a criação do Portal Developers, que funciona como uma plataforma para permitir a formação de parcerias e o trabalho colaborativo com desenvolvedores no desenvolvimento de APIs e outras soluções fundamentadas nas novas possibilidades do modelo aberto.
O Open Banking é uma revolução do sistema financeiro e, como acontece em todas as revoluções, a mudança não chega de um dia para o outro. O bom é que você pode conhecer mais sobre essas novidades, e como elas facilitarão a sua vida, aqui no Blog BB.
Para acessar o texto completo do portal Metrópoles, basta clicar aqui.
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