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]]>Pode não parecer, mas esses momentos, além de serem muito divertidos, já ensinavam as primeiras noções sobre dinheiro e outros termos que só são compreendidos de verdade conforme a vida adulta chega, por exemplo o investimento.
O melhor é que, agora como pai, mãe ou responsável, você pode transformar essas lembranças em valiosas lições e mostrar aos pequenos a importância de poupar e investir.
E, como experiências boas merecem ser compartilhadas, o Blog BB conversou com Daniel Carvalho, pai da Maria Fernanda e gerente de governança e estratégia de TI da BB Asset, para obter dicas valiosas sobre como ensinar as crianças a investirem desde cedo, de forma leve e divertida. Confira!
Pode ter formato de porquinho ou de um personagem animado. Alguns já são mais tecnológicos e chegam até a mostrar a quantidade de dinheiro guardado. Mas, independentemente da versão, o cofrinho é um clássico que nunca sai de moda e ainda é uma ótima ferramenta para ensinar os filhos a pouparem.
Para Daniel Carvalho, antes mesmo de falar com as crianças sobre investimentos, é preciso ensinar e incentivar o hábito de guardar dinheiro. “Se a gente não guardar, não tem como investir, né? Então incutir essa mentalidade nas crianças é muito importante. Eu lembro que, quando eu era pequeno, foi o meu avô que plantou essa sementinha na minha cabeça. Eu tinha uma latinha de metal que eu usava como cofrinho. E ver o dinheiro guardado lá era uma coisa que me estimulava. E sempre que chegava uma determinada data, meu avô me ajudava a contar o dinheiro e, caso desse um valor quebrado, como 48 reais, por exemplo, ele arredondava pra 50. Então ali eu já ganhava mais 2 reais. Essa experiência foi muito significativa pra mim.”
Ensinar os filhos a terem autonomia e tomarem as próprias decisões também é fundamental. Afinal, em algum momento, eles serão independentes. Para Daniel, essa prática ajuda a desenvolver a responsabilidade e o pensamento crítico. “Não se trata de delegar, e sim de colocar a decisão na mão da criança. Isso realmente pode começar desde cedo. E algo que ajuda bastante é o manuseio do dinheiro. Ver o que é o dinheiro, a quantidade de moedas no cofrinho pode ajudar a sair da abstração e materializar. No fim das contas, eles não sabem muito bem o que dá pra fazer. Mas é importante deixar que eles tomem a decisão de comprar algo e vejam que o dinheiro, que, antes estava no cofre, diminuiu. Ou então, saiu da mão dela e ficou na loja.”
Segundo o gerente, essas ações cotidianas ajudam as crianças a compreenderem o papel do dinheiro. Mas ele ressalta que, apesar de deixar a criança decidir o que comprar, os pais precisam sempre orientar. “Uma vez, em uma viagem aos Estados Unidos, minha filha queria comprar uma boneca que todas as amiguinhas tinham e custava 200 dólares. Ela tinha o dinheiro porque os avós tinham dado de presente. Mas eu conversei com ela e perguntei se era uma boa ideia utilizar todo o dinheiro dela em um único brinquedo. Acabou que nós fomos até a loja, ela viu tudo o que estava exposto, mas acabou não comprando a boneca. Ela comprou um bichinho de pelúcia de 30 dólares e usou o resto do dinheiro para outras coisas. Então, naquele momento, a decisão final era dela, e eu ia respeitar. Mas eu também precisava lembrá-la que talvez não fosse bacana usar o dinheiro todo de uma vez. E ela compreendeu.”
Ajudar os filhos a definir metas financeiras é uma excelente maneira de ensiná-los a importância da disciplina e do planejamento. Se eles desejam comprar algo especial, auxilie-os a calcular a quantia a ser economizada e o tempo gasto para isso.
De acordo com Daniel, essa também é uma forma de permitir que os filhos tenham as próprias conquistas. “A sensação da conquista é muito empoderadora. Quando você consegue algo através dos seus esforços, é muito gratificante. Então, se você percebeu que seu filho quer alguma coisa, seja uma viagem ou um celular novo, comece a fazer com ele o exercício de planejar. Defina com ele qual o valor, quanto será preciso guardar e por quanto tempo… Claro que a gente tem vontade de realizar os sonhos dos filhos, mas até que ponto a gente ajuda sempre que dá o presente? As coisas não caem do céu. Então incentivar o planejamento é sempre uma boa.”
Considere fazer pequenos investimentos com os seus filhos. Escolha o mais adequado, explique o que está fazendo e deixe a criança perguntar. Você pode mostrar os resultados e ensinar a paciência e a importância de pensar a longo prazo.
Daniel ressalta que, nesse momento, os pais podem escolher fazer investimentos em empresas que o filho goste, por exemplo. “Esses dias, a minha filha me perguntou se eu tinha ações da Apple. E, por acaso, eu tinha. E ela achou muito interessante porque é algo do universo dela, e a gente consegue encontrar aí algo em comum.”
As crianças aprendem muito observando os pais. Mostre boas práticas financeiras no seu dia a dia, como fazer orçamento familiar, comparar preços e investir regularmente. Deixe que eles participem dessas atividades, sempre explicando de maneira simples e clara.
Daniel aponta que uma simples ida ao shopping pode demonstrar bons exemplos às crianças. “Qual é a família que não vai para o shopping no final de semana? Mas a ida ao shopping pode ser planejada. O que vamos fazer nesse local hoje? Comprar uma calça? Vamos comer? Vamos à praça de alimentação ou a um restaurante? Ter essa percepção e dividir com as crianças é muito importante porque demonstra que tudo tem um impacto financeiro.”
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Além disso, o seu filho terá acesso a: Pix ilimitado, cartão de crébito, gift cards, descontos e vantagens na Loja BB, fundos de investimentos em renda simples a partir de R$ 0,01. E o mais bacana é que, além de ajudar o pequeno a planejar o futuro, vocês contarão com toda a segurança de uma instituição como o Banco do Brasil.
E então, gostou de saber um pouco mais sobre crianças e investimentos? Conte, aqui nos comentários, como você aborda esse assunto em casa. Compartilhe também este texto com amigos e familiares!
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]]>Pra ajudar você a embrulhar e entregar esse presente tão especial, o Blog BB reuniu dicas e estratégias que incentivam as crianças a desenvolverem previamente uma relação financeira saudável. Vem ver!
Assim como os adultos criam estratégias financeiras pra lidar com o dinheiro, também é importante educar as crianças em relação às finanças desde cedo. E, pra isso, existem métodos simples e lúdicos que podem auxiliar nesta jornada.
Gilmara Swel, enfermeira e mãe de três filhos, compartilhou com o Blog BB uma série de ações que ela pratica com a família pra estimular a conscientização e educação financeira. Olha que legal!
Você sabia que é possível abordar esse tema com as crianças a partir dos 2 anos de idade? Pra essa faixa etária, uma ferramenta eficiente e valiosa que ensina a poupar é o bom e velho cofrinho.
Ao entregar uma moeda pro seu filho colocar no cofrinho, você está incentivando também a disciplina e responsabilidade financeira, além da importância de guardar dinheiro. Isso ajuda no desenvolvimento de habilidades básicas de planejamento financeiro que os pequenos vão precisar no futuro.
Agora, se o seu filho já é um pouco maior e entende o que significa poupar, pode ser um bom momento pra estimulá-lo a criar uma poupança, começando com uma mesada.
Esse é um recurso muito valioso porque permite aos pequenos, e aos não tão pequenos assim, aprenderem a reconhecer necessidades e eleger prioridades, a importância de saber esperar e lidar com possíveis limitações e frustrações, e também o valor da disciplina, do foco e da força de vontade.
É possível, por exemplo, ajudá-los a definir metas financeiras e economizar pra comprar um brinquedo específico ou algo maior, como uma bicicleta ou videogame. O importante é mostrar como utilizar e guardar a mesada pro que eles desejam, ensinando a administrar esse dinheiro.
O mais legal é que você pode usar estratégias diferentes de mesada dependendo da idade do seu filho. O Blog BB tem um guia muito interessante que oferece dicas pra crianças até 6 anos, dos 6 aos 10, e entre 11 e 17. Clique aqui e veja como aproveitar ao máximo essa ferramenta em cada faixa etária.
O processo de aprender finanças pode ser muito interessante e divertido. Pra isso, basta incorporar elementos que despertem a curiosidade e o engajamento dos pequenos.
Gilmara lembra que ações diárias de conscientização são essenciais pra mudança de comportamento e fortalecimento da educação financeira com as crianças. “É sobre tratar o coração pra criar e formar adultos fortes e equilibrados, e também trabalhar com a intencionalidade. Esse é o caminho”.
Que tal dar mais um passo na educação financeira dos seus filhos e abrir uma conta digital pra eles?
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Você tem alguma dica de como ensinar educação financeira às crianças? Deixe aqui nos comentários. E compartilhe este conteúdo com amigos e familiares.
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