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]]>Por André Apollaro, Founder & CEO da Payfy, startup do portfólio BB Ventures.
Imagine um cenário em que as despesas corporativas são monitoradas e controladas com precisão e agilidade, com apenas poucos cliques, permitindo que sua equipe financeira se concentre nas decisões estratégicas que impulsionam o crescimento.
A automação voltada à gestão financeira oferece exatamente isso: uma solução poderosa que transforma a gestão de despesas, reduz erros, melhora a eficiência dos processos e traz segurança e controle em cada etapa.
Neste artigo, vou te apresentar as principais tendências que estão moldando o futuro das finanças empresariais e como essas tecnologias inovadoras podem ser a chave para um gerenciamento financeiro mais rápido, inteligente e confiável.
Vamos lá?!
Quando falamos sobre “automação” estamos nos referindo ao uso de ferramentas e tecnologias digitais que têm como objetivo principal simplificar e otimizar os processos do departamento financeiro da empresa, como:
Essa prática conta com inúmeros benefícios-chave, como:
Além desses benefícios, pequenas e grandes empresas também melhoram o ROI (retorno sobre o investimento) através dessas automações e apresentam resultados de formas diferentes.
Os pequenos negócios, por exemplo, conseguem economizar em custos operacionais e dedicar mais recursos ao crescimento estratégico.
Já as grandes corporações podem gerenciar um volume alto de dados financeiros de forma rápida, centralizada e obtendo insights valiosos para a tomada de decisão e compliance.
E até Entes Públicos podem se beneficiar deste tipo de solução, uma vez que uma ferramenta de controle de gastos fortalece o accountability (termo inglês usado para descrever práticas relacionadas à prestação de contas) e a comprovação de responsabilidade fiscal dos gestores perante a Lei.
A tecnologia nunca para e todos os anos surgem novas soluções no mercado buscando aprimorar os processos corporativos.
Algumas tecnologias que se destacaram neste ano dentro do setor financeiro, e com certeza continuarão ganhando impulso, são:
Essas tecnologias não apenas transformam o setor financeiro nos aspectos já mencionados, mas também criam fluxos de trabalho mais fluidos e oferecem uma visão financeira global e em tempo real — essencial para uma gestão de despesas estratégica e precisa.
A automação de despesas corporativas requer ferramentas específicas que ofereçam boas funcionalidades de controle e visibilidade sobre todos os gastos. Por isso, destaquei abaixo as soluções mais procuradas do mercado, e que realmente te trazem resultado:
Plataformas de gestão de despesas: ferramentas com esse objetivo permitem que você registre e categorize automaticamente as despesas da sua empresa, facilitando o monitoramento e também a análise.
Integração com ERPs: soluções de automação que se conectam a ERPs são essenciais para centralização de informações. Elas possibilitam uma troca de dados em tempo real, otimizando o fluxo financeiro e promovendo uma gestão unificada.
Aplicativos de digitalização: com a captura digital de recibos, os colaboradores da sua empresa conseguem registrar despesas instantaneamente, enquanto o software faz a categorização e o lançamento automático.
Essas ferramentas tornam o processo de gestão de despesas mais rápido, transparente e ajustável às necessidades específicas de cada empresa, garantindo que a operação se mantenha organizada e em compliance com as políticas financeiras.
Como funciona na prática:
As tendências de automação financeira estão mudando a maneira como as empresas gerenciam suas despesas corporativas.
Investir na automação da gestão de despesas corporativas não é apenas um passo essencial, mas também um diferencial competitivo para sua empresa.
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]]>O desenvolvimento de um Produto Mínimo Viável (ou, em inglês, MVP, Minimum Viable Product) bem como a realização de testes exigem a captação de recursos para que possam ser viabilizados. Essa é uma fase, muitas vezes, determinante para que a startup consiga crescer exponencialmente seu negócio. O levantamento de capital (fundraising) é feito por meio de rodadas de investimento que vão desde um investimento-anjo até rodadas mais estruturadas, como Série A, Série B etc. Já vamos falar logo a respeito delas.
De acordo com a Associação Brasileira de Startups (ABStartups), o investimento em startups brasileiras alcançou as cifras de quase R$ 20 bilhões em 2020, volume 17,8% superior ao montante aportado em 2019.
Segundo o levantamento Inside Venture Capital Brasil, feito pela Distrito Dataminer, foram realizadas 482 rodadas de investimento, número 17% superior em relação ao ano de 2019, como pode ser visto no gráfico abaixo:
Pode-se dizer que a jornada de captação de investimentos realizada pelos fundadores requer tempo, foco e relacionamento para que se tenha sucesso. O tipo de investimento varia de acordo com seu objetivo e estágio em que a startup se encontra.
Nesse estágio, a startup está em fase de definição do plano e o seu conjunto de ações ou intenções do produto/serviço e de desenvolvimento de projeto. Os investidores, nesse momento, são os próprios fundadores, seus amigos e familiares (bootstrapping).
Também chamada de Pré-semente, essa etapa envolve a execução do projeto, modelagem do negócio, validação de ideias, formação de um time e desenvolvimento do MVP. Não existe faturamento e, por isso, faz-se necessário o levantamento de recursos para que a startup siga com sua ideia.
No Brasil, a rodada Pre-seed varia de R$ 100.000 a R$ 700.000, e os potenciais investidores são investidores-anjo, que contribuem com recursos financeiros, expertise e relacionamentos, além de aceleradoras e incubadoras. Essas duas últimas oferecem espaço físico, suporte técnico, conhecimento de mercado, consultorias para pitch e captação e networking para acelerar a escala.
No Brasil, as rodadas de investimento Seed variam de R$ 1 milhão a R$ 5 milhões. O capital levantado nessa rodada tem como objetivo garantir a estabilidade da startup que, nessa fase, já validou seu produto, desenvolveu um plano de marketing e vendas, incorporou questões de governança e está focada em encontrar o PMF (Product Market Fit).
Investidores-anjo também financiam esse estágio, assim como os Crowdfundings de Investimento, que são plataformas de financiamento coletivo, em que empreendedores apresentam suas ideias, dizem quanto precisam para fazê-la deslanchar e qualquer pessoa que tome conhecimento da startup e acredite no projeto pode investir um determinado valor em troca da compra de uma porcentagem de participação no negócio.
De acordo com a Distrito Dataminer, no Brasil, das 1.066 captações que ocorreram nos estágios Pre-seed e Seed, entre 2011 e 2020, somente 26% conseguiram atingir a Série A. Nesse estágio, a startup está consolidada no mercado, com produto/serviço bem definido e desenvolvido, base de usuários estruturada e com faturamento expressivo. O objetivo é levantar capital para escalonar o produto/serviço e ajustar o modelo de negócio.
Nessa etapa, destacam-se como investidores os fundos de Venture Capital (o capital de risco do investidor do negócio) que, em troca de percentuais de participação, fazem aportes entre R$ 5 milhões e R$ 40 milhões.
Com foco em startups dos estágios Seed e Série A, o BB lançou o Programa de Investimento em Startups, que tem como objetivo principal melhorar a experiência de seus clientes, ampliando o leque de soluções financeiras e não financeiras oferecidas.
O programa busca não apenas o retorno financeiro, mas também o retorno estratégico, promovido pelo intercâmbio cultural feito por meio do compartilhamento de expertises entre o BB e as startups.
Nessa fase, a startup tem como principais pontos levantar recursos para expandir seu mercado, realizar novas contratações, adquirir empresas e melhorar processos e as estratégias de marketing e vendas. Ao passar para essa fase, é muito provável que a startup consiga novos investimentos de Venture Capital. Os aportes podem chegar a dezenas de milhões.
Os recursos levantados nessa fase têm como foco a expansão internacional, aceleração das operações e aquisição de concorrentes para domínio do mercado. As rodadas variam de U$ 100 milhões a U$ 250 milhões e possuem como investidores fundos de Venture Capital e Private Equity (o capital que vem de empresas geralmente de gestão de investimentos que dão suporte financeiro ou investem diretamente em empresas iniciantes). No Brasil, a maior parte dos aportes nesse estágio são estrangeiros.
Segundo dados levantados pela Distrito Dataminer, em média, 97% das startups não chegam a uma rodada Série C. Entretanto, em 2020, esse estágio foi o que concentrou o maior volume de investimentos pelos gestores de Venture Capital, como podemos ver no gráfico abaixo.
Para continuar crescendo, as startups seguem levantando capital nos estágios seguintes, por meio de sucessivas rodadas de investimento chamadas de Série D, Série E e assim por diante. Segundo a Distrito, os estágios mais avançados têm aportes realizados, geralmente, por investidores estrangeiros.
O termo, traduzido para o português, significa “Oferta Pública Inicial” e refere-se à fase de abertura de capital, em que a empresa realiza pela primeira vez uma oferta pública de ações ao mercado. Essa fase ocorre após algumas rodadas de investimentos, quando a startup já está num estágio de maturidade de seus negócios mais elevado e é capaz de lidar com os riscos dessa operação.
Esses são os principais estágios para que você possa se familiarizar sobre como funciona o financiamento de startups. Vale lembrar que os investidores potenciais têm interesse em saber se a solução que sua startup traz é escalável (algo que pode se reproduzir em grandes quantidades, repetidamente, sem precisar de recursos, seja dinheiro ou mão de obra na mesma proporção) e, realmente, gera valor para as dores dos seus clientes. Então, antes de apaixonar-se pela ideia da sua empresa, apaixone-se pelos problemas dos seus potenciais clientes.
O mundo das startups é muito rico e impossível de se falar tudo de uma vez. Se mantenha ligado por aqui que nossa conversa com certeza ganhará novos capítulos.
Ah! E se você se interessou e quiser saber mais sobre o Programa de Investimento em Startups, é só dar uma olhadinha aqui.
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]]>Steve Blank, ‘pai do empreendedorismo moderno’, diz que “startup é uma organização temporária em busca de um modelo de negócio escalável, recorrente e lucrativo”, deixando claro que “startups não são pequenas versões de grandes empresas”.
Sendo a incerteza é natural em qualquer negócio, uma startup leva vantagem por ser um projeto enxuto que tem como objetivo desenvolver, testar um produto ou serviço novo e aprender com este processo para colocá-lo no mercado.
Ainda de acordo com Ries, uma startup existe para transformar “ideias em produtos” — ou serviços —, entender o que potenciais clientes pensam a respeito da solução proposta para um problema e, a partir deste processo, verificar se existe ali um bom caminho de potencial sucesso ou se é melhor retornar pra prancheta e repensar a coisa toda.
Outra definição, vinda da ABSTARTUPS – Associação Brasileira de Startups, expressa que é “uma empresa que nasce a partir de um modelo de negócios ágil e enxuto, capaz de gerar valor para o seu cliente resolvendo um problema real, do mundo real. Oferece uma solução escalável para o mercado e, para isso, usa tecnologia como ferramenta principal.”
Apesar da tecnologia não estar presente nas outras definições, ela está intrínseca na inovação e escalabilidade da startup – mas é preciso ir além da aplicação da tecnologia.
Logo, é possível afirmar que uma startup pode criar um mercado novo ou até mesmo transformar um já existente ao inovar um produto ou serviço.
“OK, eu curti a ideia e até tenho alguns projetos que gostaria de levar adiante. Mas como é que se faz?”
A criação de uma startup leva o empreendedor a um caminho cheio de “pedras” bem específicas. Afinal, estamos falando de criar uma empresa disruptiva — aquela com potencial para transformar o mercado em que atua.
Empreender pode ser algo prazeroso, mas a jornada também terá muitos desafios. De acordo com o estudo Founders Overview, de 2023, as maiores preocupações dos founders* estão entre atrais novos clientes para o funil de vendas, dispor de capital de giro suficiente e converter leads* em clientes.
Essas dores demonstram que para seguir adiante em sua jornada a startup precisa de recursos financeiros, mas também se faz necessário um apoio que vai além, como rede de contatos, mentoria e parcerias.
Nestes primeiros estágios, a startup pode procurar por incubadoras, aceleradoras e hubs de inovação*.
Curtiu o conteúdo? Fique ligado aqui no Blog, a nossa conversa não acaba aqui. Vem aí muita informação e dicas valiosas para você transformar seu sonho em negócios.
E se quiser ver por aqui algum tema relacionado ao ecossistema de startups, é só deixar a sua sugestão nos comentários! Até a próxima!
*Founders: empreendedores ou fundadores – o founder é a pessoa que teve a ideia para um produto ou negócio e transformou essa ideia em uma startup ou empresa.
*Leads: oportunidades de negócios para a empresa, possíveis clientes que podem ter interesse no produto ou serviço oferecido.
*Hubs de inovação: espaço físico e/ou virtual para o desenvolvimento de startups com ferramentas e recursos para suporte e aceleração.
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