dados – Blog do Banco do Brasil // Wed, 16 Nov 2022 14:21:40 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=5.9.2 Futuro do Trampo: Tecnologia da Informação //futuro-do-trampo-tecnologia-da-informacao/ //futuro-do-trampo-tecnologia-da-informacao/#respond Fri, 29 Jul 2022 15:50:01 +0000 //?p=5390 A importância dos dados e os impactos da era digital na tomada de decisões

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Se alguém duvida de que a área de Tecnologia da Informação (TI) reúne algumas das principais profissões do futuro, os dados estão aí para evidenciar como esse mercado anda em alta. Estudo da Brasscom (Associação das Empresas de Tecnologia da Informação e Comunicação) indica que, até 2024, o setor deve demandar 420 mil novos profissionais no Brasil. Enquanto isso, o país só tem formado cerca de 42 mil por ano.

Diversas carreiras chamam a atenção pela possibilidade de integração com outras áreas do conhecimento. Por exemplo, empresas têm buscado a ciência de dados para propor soluções mais assertivas, além de outras funções, como computação em nuvem, machine learning e programação. Uma vez que os dados se tornaram moedas valiosas, o data-driven também não fica de fora.

Com relação ao cuidado do uso de tanta informação, a Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD) atua a favor do usuário para protegê-lo dos riscos cibernéticos. O Open Finance é um exemplo em que a LGPD oferece segurança e autonomia ao usuário para decidir com quem compartilhar as suas informações pessoais.

No episódio 4 da websérie Futuro do Trampo, convidamos a doutoranda em Computação na Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) Mila Laranjeira, a doutora em Ciência da computação Vivi Mota e o especialista em inteligência artificial do BB Guilherme Cardim para um papo descontraído sobre essa área do saber e esse universo de dados e informações, matéria-prima para a atuação deles.

Surge uma dúvida muito comum para quem está entrando agora nessa área: as aplicações de inteligência artificial vão substituir o trabalho humano? Na visão de Mila, não – pelo menos não totalmente. “Tem muita coisa ainda que só humanos sabem fazer, e a ideia em desenvolver inteligência artificial é que ela seja nossa assistente e não necessariamente nossa substituta”.

Assista:

Acompanhe os outros episódios da série:

Ep. 1 – O Futuro da Saúde

Ep. 2 – Economia Criativa

Ep. 3 – O Futuro do Direito

Ep. 5 – Planejamento Financeiro

Ep. 6 – O Futuro da Engenharia

Ep. 7 – Empreendedorismo

Ep. 8 – Inteligência Artificial

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Segurança Digital: ouça a sua mãe e leve agasalho //seguranca-digital-ouca-a-sua-mae-e-leve-agasalho/ //seguranca-digital-ouca-a-sua-mae-e-leve-agasalho/#comments Fri, 13 May 2022 13:36:41 +0000 //?p=4540 Thiago Freire é bacharel em direito, com pós-graduação em ciência de dados e big data. Atua como assessor na Unidade Cyber e Prevenção a Fraudes do BB

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Thiago Freire é bacharel em direito, com pós-graduação em ciência de dados e big data. Atua como assessor na Unidade Cyber e Prevenção a Fraudes do BB.

Aproveitando que o Dia das Mães foi domingo passado, quem nunca ouviu o conselho clássico de “leve o agasalho”? Ou outras frases, como “você não é todo mundo”, “se eu for aí e achar, você vai ver só”, “não fez mais que a sua obrigação” e tantas outras. Nós sabemos que todas essas frases, de algum modo, expressam o cuidado que as mães sempre tiveram conosco. Afinal, proteção nunca é demais

É essa analogia que Thiago Freire, assessor da Unidade Cyber e Prevenção a Fraudes (UCF) do Banco do Brasil, usou para explicar a importância da segurança na jornada do usuário. Nem sempre é legal carregar um guarda-chuva no rolê, mas quando começa a chover, você logo agradece por ter ouvido a sua mãe, não é mesmo?

Leve o agasalho: conselhos de mães valem para cibersegurança

Vamos viajar para o passado? Se imagine no auge da adolescência, fim de semana, aquela festa aguardada durante meses, e o amor da sua vida estará lá. Horas gastas pensando no visual, todas as combinações estilísticas foram testadas à exaustão, e finalmente uma opção aceitável foi encontrada, apenas uma! O dia demora a passar, algo parecido com uma espinha começa a brotar, o desespero bate à porta… Alarme falso, parece que tudo vai dar certo. Banho tomado, cabelo penteado, aura de perfume no ar. É hoje! Pronto para sair, o momento chegou. Um calafrio toma conta do seu corpo, seria expectativa? Nervosismo? Ansiedade? De repente, uma voz cavernosa atinge você com a força de uma carreta desgovernada: “Leva o agasalhooo!!! Se não pegar, não sai de casa.” O chão se abre diante dos seus pés, nada mais faz sentido, o seu estilo foi jogado no lixo e estará fadado à uma vida de solidão.

A dramatização pode ter sido um pouco exagerada. Mas o contexto é bem real no mundo digital e se traduz na tensão constante entre a experiência do usuário e a necessidade de segurança nas aplicações. Ao usar um serviço, o cliente espera atingir os seus objetivos de maneira fluida e sem interrupções. No entanto, algumas medidas de segurança podem barrar esse fluxo de ações e causar algum atrito. A busca pelo equilíbrio entre usabilidade e segurança é o nosso principal objetivo.

Já ouviu falar em experiência do usuário? Campo de estudos que tem por objetivo entender e mapear a interação das pessoas junto aos sistemas ou serviços para otimizar a entrega de valor. Diversos aspectos dessa relação são analisados, desde a quantidade de cliques ou contatos necessários para realizar uma transação, por exemplo, até a escolha de cores e localização de botões nos aplicativos. Tais aspectos podem ser confundidos com ações meramente estéticas, como escolher uma roupa bonita para mascarar a falta de conteúdo, mas veremos que não é bem assim.

Jornada do usuário

O elemento fundamental dessa análise é a chamada jornada do usuário. Refere-se a uma série de atividades construídas para entender o usuário, a tarefa a ser desempenhada e o contexto em que esta vai se desenrolar. Qualquer usuário faz parte de um determinado perfil demográfico, mas essa informação isolada pouco nos diz sobre o indivíduo. O contexto muda o usuário, a mesma pessoa pode ter reações diferentes diante de circunstâncias diversas. Um momento de diversão ou tensão muda a forma como enxergamos a realidade. Neste mesmo sentido, as tarefas interferem na percepção do usuário. Ao usar o sistema para realizar um trabalho ou se divertir, o estado psicológico do agente altera a percepção que ele tem do serviço. Pensar nessas diferentes dimensões do usuário é fundamental para entregar o serviço esperado.

Se o entendimento da usabilidade do sistema é tão importante, o que a preocupação com a segurança tem a ver com essa discussão? Tudo! Imagine a interação com um aplicativo que a todo momento solicita a autenticação do usuário. Seria, sem sombra de dúvidas, mais seguro, porém seria prático? O site de uma loja que não exige cadastro e aceita todo tipo de informação pode até ser agradável. E será muito dinâmico até o momento em que os seus dados forem usados por fraudadores. Escolher o agasalho correto para a ocasião faz todo sentido, precisamos antes conhecer as condições climáticas do local.

Os ataques cibernéticos cresceram no mundo todo, e o Brasil é um dos principais alvos. Aqui encontramos um dos maiores desafios da segurança, um ambiente altamente desfavorável aliado à necessidade do trânsito de informações particularmente sensíveis. Como escolher o agasalho adequado para enfrentar esta nevasca?

O nascedouro da solução veio com um antigo campo de estudos, a Interação Humano-Computador (IHC), que se dedica a analisar os fenômenos da comunicação entre pessoas e sistemas computacionais. Recentemente temos visto uma preocupação maior com o tema e algumas iniciativas, como o DevSecOps, abreviação de desenvolvimento, segurança e operações, que automatiza a integração da segurança em todas as fases do ciclo de vida de desenvolvimento de software, desde o projeto inicial até a integração, teste, implementação e entrega de software. Todo esse movimento culminou no que chamamos de Security by Design, a segurança desde o início, as premissas da segurança consideradas desde o desenho da solução. Se o agasalho vai ser necessário, não pode deixar para ser escolhido na última hora.

Atender às expectativas do usuário ou cliente é sempre a meta de qualquer solução oferecida. Isso se traduz em uma experiência agradável e, tão importante quanto, segura. Poucas experiências são tão desagradáveis quanto a dor de cabeça gerada por uma falha de segurança. Entregar valor é entregar serviço de qualidade, de forma ágil e segura. É o cuidado de mãe e o agasalho feito sob medida para encantar o nosso cliente.

Confira, a seguir, outros artigos da série:

Quatro janelas de oportunidades com a microssegmentação

A chave mestra que transforma clientes em fãs

O Brasil é empreendedor

Em ano de Copa do Mundo, vale a emoção e a razão

Aqui no BB, o jogo não termina no game over

Entenda a importância da segmentação de público

Sete soluções para a falta de dinheiro

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