Protagonismo feminino: o impacto das mulheres que movem o Banco do Brasil

Mulheres que transformam o Brasil: histórias reais que inspiram o futuro

No Banco do Brasil, a presença das mulheres acontece de forma natural — e poderosa. Elas estão nas decisões estratégicas, na linha de frente do atendimento, nos bastidores da tecnologia e em tantos outros espaços onde inovação, cuidado e resultados caminham juntos.

E, no Dia Internacional das Mulheres, queremos ir além de uma celebração simbólica. Queremos contar histórias de mulheres que mostram, na prática, como a diversidade transforma empresas, negócios e comunidades.

Quando uma mulher lidera, muitas outras avançam

Patrícia Noronha

A trajetória da Patrícia Noronha é daquelas que mostram como a liderança feminina abre caminhos. Ela nasceu no interior do Amazonas e percorreu diferentes regiões do país até assumir superintendências do Banco — sempre levando consigo a vontade de inspirar outras mulheres a crescerem junto.

Participou do Encontro de Liderança Feminina do BB, que já reuniu mais de 120 mulheres, e segue fazendo o que acredita: mostrar que liderança também é sobre apoiar, incentivar e criar espaços mais diversos.

E os números confirmam essa mudança:

  • 36% das superintendências estaduais de varejo do BB já são lideradas por mulheres.
  • Nos cargos de liderança como um todo, elas representam 28,9%.
  • E na alta administração, o Banco é referência no país: 44,4% das posições no Conselho Diretor e 50% no Conselho de Administração são ocupadas por mulheres.

É uma jornada em construção — mas que avança com passos firmes.

A história da Cyntia Ramos reforça como cuidado, oportunidade e representatividade transformam trajetórias. Gerente executiva da Cassi, ela ingressou no Banco do Brasil em 2006, impulsionada pelo olhar atento do avô — que, ao ver uma fila de inscrição para o concurso do BB em 2004, não teve dúvidas: inscreveu a neta, garantiu um curso preparatório e anunciou que ela se tornaria gerente do BB.

A previsão se confirmou. Anos depois, Cyntia tornou-se a primeira executiva nomeada por meio do programa Raça é Prioridade, iniciativa que amplia oportunidades e fortalece o compromisso do BB com diversidade e equidade. Mestre em Análise do Discurso pela UERJ, ela destaca como sua vivência como mulher negra — muitas vezes a única nesses espaços — reforçou a importância de lideranças que escutam, acolhem e reconhecem singularidades.

Para ela, liderança é também um gesto de cuidado, valor aprendido na relação com o avô e que hoje orienta sua atuação com as equipes.

“Quando tomei posse, três mulheres negras entraram na minha sala apenas para me abraçar e agradecer a representatividade. Entendi, ali, que a minha presença não era só sobre a minha trajetória, mas sobre abrir caminhos e alimentar a esperança de outras mulheres que querem chegar a esses espaços.”

Empreendedorismo que transforma territórios

Núbia Durães

Núbia Durães conhece bem o impacto de estar ao lado de mulheres que empreendem. Ela começou a carreira no varejo e hoje lidera o Escritório de Comércio Exterior que atende o Norte e Minas Gerais.

Foi assim que acompanhou de perto histórias como a da Dona Zezé, no Pará. Com orientação técnica, crédito e apoio do Banco, o negócio da cliente se fortaleceu e avançou para o mercado internacional.

E esse movimento não é isolado:

  • O BB atende mais de 1,3 milhão de empresas lideradas por mulheres.
  • Elas representam 41% das micro e pequenas empresas clientes do Banco.
  • Em 2025, foram destinados R$ 1 bilhão exclusivamente para negócios femininos.

Quando uma mulher prospera, seu entorno prospera junto — e esse é o desenvolvimento que faz sentido para o Banco do Brasil.

Tecnologia também é lugar de mulher

Fernanda Macedo

A história da Fernanda Macedo mostra outro lado dessa transformação. Psicóloga de formação, ela fez uma mudança ousada de carreira e entrou para o time de tecnologia do BB.

Do palco do BBDW às entregas de soluções digitais para milhões de clientes, Fernanda representa uma geração de mulheres que está redesenhando o futuro da tecnologia — com sensibilidade, curiosidade e muita competência.

E o Banco tem trabalhado para que esse movimento cresça cada vez mais, com trilhas de capacitação, programas de desenvolvimento e vagas afirmativas que fortalecem a presença feminina em áreas estratégicas.

Ambientes seguros constroem futuros seguros

Nenhuma transformação acontece de verdade se as pessoas não se sentem cuidadas. Por isso, o BB implementou iniciativas para garantir acolhimento e segurança a vítimas de violência, como o Protocolo de Apoio a Vítimas de Violência Doméstica e a adesão ao Movimento Violência Sexual Zero.

São ações importantes, que reforçam o compromisso do Banco com respeito, dignidade e empatia — princípios fundamentais para qualquer instituição que acredita na construção de um país mais justo.

Mulheres que impulsionam o Brasil

Patrícia, Cyntia, Núbia e Fernanda representam milhares de outras mulheres que, todos os dias, fazem o Banco do Brasil se mover, inovar e chegar mais longe.

Elas estão na linha de frente e nos bastidores, nos grandes projetos e nos pequenos gestos. Em cada agência, superintendência, escritório, central de atendimento ou time de tecnologia, suas contribuições impactam colegas, clientes e comunidades inteiras.

Neste 8 de março, o BB convida você a acompanhar nossas ações nas redes sociais e compartilhar essas histórias. Quanto mais visibilidade damos a essas trajetórias, mais força ganhamos para transformar o Brasil — juntas e juntos.





Usamos cookies para segurança, melhor experiência e personalização de conteúdo de acordo com a nossa Política de Privacidade. Clique em "Configurar cookies” para gerenciar suas preferências.