Quem não sonha em proporcionar um futuro tranquilo e cheio de oportunidades para os filhos? Boas escolas, cursos, plano de saúde, faculdade e muito mais. Esses são alguns dos desejos dos pais que estão se preparando para a chegada de um bebê. 

Além de muito amor, carinho e atenção para o pequeno que vai nascer, tem uma coisa que não pode faltar aos pais: o planejamento financeiro familiar.

Esse é um cuidado essencial para que os gastos da família estejam sob controle, bem direcionados, e não falte nada ao recém-nascido. Afinal, nenhum pai ou mãe merece deixar de aproveitar a emoção dos primeiros passos, das sílabas balbuciadas ou dos sorrisos por preocupação com as contas.

Além disso, essa organização não serve apenas para colocar em ordem os primeiros meses da criança, mas também funciona para planejar todos os próximos anos. Assim será possível proporcionar o máximo de conforto, bem-estar e um bom desenvolvimento dessa nova vida.

No começo, pode parecer complicado lidar com as mudanças envolvidas na chegada de uma criança. Neste texto, você vai encontrar uma série de dicas para ajudá-lo a fazer o planejamento financeiro familiar e aproveitar da melhor maneira o crescimento do seu primeiro filho.

Preparação para pais e mães de primeira viagem

A principal função do planejamento financeiro é organizar e cuidar do dinheiro que entra e sai. Quando bem feito, é relevante para proporcionar maior liberdade, tranquilidade e previsibilidade.

Ele serve como um registro da sua vida financeira. É uma forma de você ter clareza sobre os gastos familiares e entender quais são as despesas que podem ser enxugadas com o objetivo de se preparar para a chegada do primeiro filho.

Um bom planejamento ajuda a família a tomar as melhores decisões em relação ao dinheiro. Por exemplo: comprar um berço novo ou usado? Contratar uma babá ou fazer matrícula numa creche? Escola pública ou particular?

Quando você tem um planejamento em mãos, essas questões, e várias outras que vão aparecer, podem ser respondidas com maior segurança e praticidade. 

Primeiros passos: como compreender o orçamento familiar?

Você é  controlado no seu consumo ou já se arrependeu por gastar mais do que devia? Independentemente da forma como você lida com dinheiro, é importante saber quais os valores emotivos.

Organizar o orçamento é uma unanimidade entre especialistas, mas as formas de colocar em prática essa ideia podem variar muito, e a realidade de cada um faz muita diferença nessa hora.

Quem tem uma renda mensal garantida, por exemplo, com uma previsibilidade certinha de despesas, poderá ter um planejamento diferente de um profissional liberal ou empreendedor na hora de montar uma reserva financeira. Ou seja, depende muito de perfil, comportamento, momento de vida e forma de recebimento da sua renda.

Dicas sobre como fazer o planejamento familiar

1.   Comece a se preparar com antecedência

Quanto mais cedo você começar a se planejar para a chegada do primeiro filho, melhor. Se essa organização começar antes da gravidez, o resultado tende a ser ainda mais benéfico.

Nesta etapa do plano, é preciso prever diversos gastos, como fraldas e roupinhas, e até aqueles maiores, como moradia. Por exemplo, será necessário procurar uma casa ou um apartamento maior para a chegada do novo membro da família?

Mas não se desespere! Se o seu bebê já está a caminho ou até já nasceu, essas dicas são valiosas também para quem está começando a botar na ponta do lápis o seu planejamento financeiro. Afinal, o importante é dar o pontapé inicial. Começar o planejamento agora é melhor do que não se planejar.

2.   Saiba para onde vai o seu dinheiro

Para se ter uma boa organização financeira, é relevante que você saiba quanto gasta,  desde aluguel, contas de luz e água, lanches até as idas rápidas ao supermercado para comprar poucos itens. É importante mapear tudo mesmo.

Também passe o pente-fino na fatura do cartão de crédito. Veja quanto e com o que a família está gastando e avalie se realmente vale a pena.

Claro que anotar tudo em um caderninho ou uma planilha do computador demanda esforço, e, às vezes, algum gasto pode passar batido. Por isso, a tecnologia pode te ajudar.

3.   Controle os gastos na palma da mão

Como o planejamento envolve todos os membros da família, não dá para deixar tudo nas mãos de uma só pessoa. O ideal é contar com uma ferramenta que ajuda você nessa tarefa, como uma planilha ou o Minhas Finanças no App BB.

Com essa função do aplicativo, você pode acompanhar o seu orçamento mensal de forma fácil e visual. Todos os seus lançamentos da conta corrente e dos cartões de crédito podem ser classificados em grupos de consumo. Isso facilita a identificação do destino do seu dinheiro e, também, o gerenciamento da sua vida financeira direto no celular.

E você pode consultar não apenas as contas do BB, mas também as de outras instituições financeiras no próprio aplicativo do Banco do Brasil, em uma visão integrada de tudo que recebe e paga. Essa é uma das inovações promovidas pelo Open Finance.

4.   Estabeleça metas de curto, médio e longo prazo

Entendeu os seus gastos mensais? Então é hora de traçar metas e objetivos. Vale lembrar que ter o dinheiro destinado aos primeiros meses do bebê não é o suficiente, visto que imprevistos acontecem e ele terá uma vida inteira pela frente.

Então, mãos na massa para, tanto quanto possível, dar apoio durante os períodos de vida nos quais os seus filhos ainda dependerão de você. O ideal é separar essas metas em curto, médio e longo prazo.

Curto prazo: objetivos que serão realizados nos próximos 3 a 24 meses. Na espera pelo bebê, entram aqui comprar carrinho, cadeirinha para o carro, fraldas e roupas.

Médio prazo: metas que podem ser atingidas de 2 a 9 anos. Você pode começar a pensar em uma reserva de dinheiro para a escolinha do pequeno ou alguma atividade extra, como natação.

Longo prazo: objetivos para quando o seu filho já estiver crescido. É importante criar uma reserva direcionada aos estudos. Você pode pensar em cursinho pré-vestibular, faculdade e até um intercâmbio.

Começando mais cedo esse processo, os juros compostos de retorno da sua poupança passam a jogar ao seu favor.

O BB criou uma boa ferramenta para te ajudar nesse planejamento, o Investir com Objetivo, disponível no App BB.

5.   Sempre considere imprevistos

Não dá para controlar o futuro, certo? Mas é possível ficar preparado aos imprevistos. Na hora de criar o planejamento do primeiro filho, sempre leve em conta eventuais situações que não estavam no roteiro.

Também considere imprevistos que envolvam os responsáveis pela criança, como desemprego, alguma reforma em casa, conserto do carro e aumento do aluguel. Ou seja, qualquer situação que possa impactar financeiramente o planejamento da família.

Nesse sentido, ter uma reserva financeira de emergência é essencial. Esse é um dinheiro que deve ser guardado para salvar você em momentos difíceis sem prejudicar o seu orçamento.

Na prática, é uma grana que você deixa reservada e estará disponível para eventuais urgências.

6.   Considere fazer um plano de saúde

Um recém-nascido demanda muitos gastos com saúde, como visitas periódicas ao pediatra, vacinas e exames. Todas essas despesas podem ser otimizadas com a contratação de um plano de saúde, claro que dentro da realidade financeira de cada família.

7.   Que tal um seguro de vida?

O planejamento familiar tem tudo a ver com tranquilidade, por isso, estar preparado para qualquer situação é essencial.

Pensando nisso, quem é cliente do BB pode contar com o seguro para vida que permite maior conforto, segurança e bem-estar, com benefícios e vantagens para descomplicar a vida e estar em sintonia com as suas necessidades. Conheça os seguros para vida BB.

8.   Que tal testar uma metodologia de divisão do orçamento?

Métodos podem e devem ser adaptados, mas uma coisa é indiscutível: a preparação para a chegada do primeiro filho será mais simples se você se organizar.

Existem diversos métodos que ensinam a separar o orçamento em classes de gastos. Em muitos casos, essas metodologias são batizadas com números, como 50/30/20, 70/30, 50/15/35 ou então 55/30/10/5.

Em todas elas, a proposta é dividir o orçamento em porcentagens. Por exemplo: 50% para as contas da casa, 20% para poupar e o restante para o lazer.

E como funciona?

Uma parte do orçamento da família se destina para os gastos essenciais: moradia, aluguel, energia elétrica, condomínio, plano de internet, supermercado, farmácia, transporte, entre outros.

Uma outra fração é destinada ao pagamento de dívidas ou reserva financeira: caso tenha dívidas, o ideal é separar essa porcentagem para a quitação delas. Se estiver livre de endividamento, economizar a quantia é a melhor alternativa. Aqui no Blog BB, você encontra um conteúdo que pode ajudar muito na hora de reequilibrar as suas finanças para sair das dívidas.

A parcela que será usada para gastos não essenciais contempla: idas a restaurantes, salão de beleza, academia, lazer, até uma roupa desejada. Afinal, todo mundo precisa se divertir, não é? 

O legal de qualquer um desses métodos é que todos eles podem ser adaptados de acordo com a realidade financeira de cada pessoa, inclusive de quem está com o orçamento apertado.

Nenhuma metodologia é escrita em pedra e precisa ser feita de maneira exata. Até porque ninguém está livre de imprevistos, e, por isso, em alguns meses fica difícil seguir à risca a divisão do orçamento. Mas adotar algum método e adaptá-lo conforme o seu momento de vida pode ser um bom norte para organizar as finanças.

Afinal, o mais importante é você se autoconhecer, entender como gasta o seu dinheiro e desenvolver um pensamento crítico sobre o uso desse recurso. Agindo assim, fica mais fácil ter um relacionamento saudável e feliz com o seu bolso.

9.   Aplique a educação financeira no dia a dia

Quando todo o núcleo familiar aprende e aplica a educação financeira para otimizar o orçamento, é mais fácil atingir metas, não se enrolar com dinheiro e ficar livre de dívidas.

Além disso, entender sobre o assunto é essencial para que os filhos usem melhor o dinheiro na vida adulta.

Para ajudar nesse caminho, o Blog BB tem um conteúdo com dicas essenciais sobre educação financeira. Clique e conheça.

E aí, pronto para começar a criar o seu planejamento? Aproveite e compartilhe esse conteúdo com os amigos que serão papais de primeira viagem.

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